7 dicas para o seu bichinho viver mais e melhor

Cada dia que passa, os animais domésticos têm vivido cada vez mais. Tudo isso graças as inovações na area da medicina veterinária.

Os animais de estimação envelhecem mais rápido do que nós e mais cedo do que gostaríamos. Quem tem um bichinho sabe que não é fácil saber que eles vivem por tão pouco tempo.

No entanto, para ver seu amigo chegar na velhice com pelinhos grisalhos e cheio de saúde, é necessário tomar alguns cuidados que devem ser iniciados quando ele ainda é filhote.

Saiba que atitudes você deve tomar para que ele desfrute dos momentos com você cheio de vitalidade e energia. 

Dica 1: Mantenha o calendário de vacinas sempre em dia

As vacinas devem ser aplicadas durante toda a vida do seu bichinho. O calendário de vacinação é iniciado quando ele completa 45 dias de vida dos cães e 60 dias de idade no caso dos gatos.

O cronograma é estipulado pelo médico veterinário. As vacinas mais aplicadas são a V8 e a antirrábica.  A primeira protege o pet das seguintes doenças: cinomose, adenovírus, hepatite, parvovirose, leptospirose, parainfluenza, coronavirose e leptospira icterohemorrhagiae.

A vacina antirrábica protege o pet da doença causada por um vírus. A transmissão é feita pela saliva, quando um animal contaminado morde e fere o outro. Por se tratar de uma zoonose, a raiva pode atingir os seres humanos.

Por isso, para a saúde e segurança da família inteira, acompanhe sempre data de retorno de vacinação. Não se esqueça de que o procedimento só pode ser realizado por um médico veterinário. 

Ah, para não perder nenhuma data, deixe agendado no Calendário do Google e coloque um alerta para todas as vacinas! 🤓

Dica 2: Deixe seu amigo longe de vermes e parasitas

Pulgas e carrapatos, além de provocar desconforto no animal, podem ser a porta de entrada para doenças graves ou fatais, como a babesiose canina, que é causada por um protozoário e provoca infecção dos glóbulos vermelhos dos cães. 

Previna seu bichinho com o antiparasitário recomendado pelo médico veterinário da sua confiança. Somente ele será capaz de prescrever o produto que esteja de acordo com as necessidades do seu amigo.

Os vermífugos também devem ser oferecidos com a frequência determinada pelo profissional. Os vermes intestinais podem causar anemia, desnutrição, vômito, deficiências de vitaminas, diarreia e, em casos mais graves, pode levar a óbito.

Dica 3: Mantenha seu bichinho sempre ativo

Brincar, passear, correr e fazer outras atividades físicas mantém o organismo do animal em perfeito equilíbrio. A rotina de atividades deve estar de acordo com o porte físico e as necessidades do animal.

Reserve um momento do dia para que você possa estimulá-lo a brincar com você. Assim como ocorre conosco, a prática de exercícios previne doenças cardíacas, fortalece a respiração e combate a obesidade

Dica 4: Respeite os limites físicos do animal

Tudo deve ter um equilíbrio. Algumas raças de cães, como buldogue, pug e boxer, por possuírem o focinho mais achatado, estão mais propensas ao superaquecimento, ou seja, o corpo demora mais para resfriar.

Por isso, se informe sobre as especificidades da raça e da genética do seu bichinho e permita que ele descanse. Os cães mais idosos tendem a se cansarem com mais facilidade e necessitam de mais tempo de repouso. 

Dica 5: Ofereça uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes

A alimentação deve ser administrada de acordo com o porte e o peso do pet. Tome cuidado para não oferecer porções que são maiores do que as necessidades do animal. O excesso de alimentação pode provocar obesidade.

Mantenha a água sempre limpa e fresca e garanta que seu amigo beba bastante líquido ao longo do dia. Isso ajuda na digestão e evita problemas renais. No verão, o cuidado deve ser redobrado. 

Em dias de muito calor, os pets bebem água para controlar a temperatura do corpo. Por isso, não deixe o recipiente exposto ao sol ou em ambientes que podem aquecer a água. 

Dica 6: Leve seu pet às consultas com frequência

Não deixe para visitar o veterinário apenas quando seu amigo adoecer. O melhor é sempre prevenir. Agende consultas e check-ups de acordo com a frequência estipulada pelo profissional.

Os filhotes de até os seis meses de idade devem ser avaliados com frequência para que o médico avalie se as condições de crescimento estão adequadas. Quando adultos, os intervalos entre uma consulta e outra podem ser maiores se o animal estiver saudável.

Quando o animal fica mais velho, as necessidades de consultas e exames aumentam. Converse com profissional sobre comportamentos que merecem atenção, como coceira em excesso, diminuição ou excesso de xixi, entre outros.

Quando as doenças são detectadas no início, as chances de serem tratadas com sucesso aumentam consideravelmente. Nas visitas ao veterinário, sempre leve o calendário de vacinas e vermifugação.

Dica 7: De olho na saúde bucal 

O mau hálito dos animais de estimação pode sinalizar a presença doença periodontal. Essa enfermidade atinge 80% dos cães a partir dos 3 anos de idade e, se não for tratada, pode gerar complicações sérias.

As bactérias se formam nos dentes a partir dos restos de alimentos. Sua proliferação pode causar a perda de dentes e doenças renais, hepáticas e cardíacas.  

Para evitar o acúmulo de placa bacteriana, faça a escovação diária no seu amigo com produtos específicos para animais. Além disso, ofereça biscoitos e petiscos próprios para limpeza dentária. 

Com esses hábitos, você e seu amigo poderão desfrutar tranquilamente de momentos de alegria e escrever uma história cheia de capítulos felizes, regados de  bagunça e amor.

E aí, quantos desses 7 passos você já segue? Me conta tudo aqui nos comentários, hein!

Até a próxima! 🤗

O texto de hoje foi elaborado e revisado pelos veterinários da Vet Quality.

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