Fanny: 17 maravilhosos e perfeitos anos

Há 17 anos atrás Deus me deu o melhor presente do mundo, a Fanny, uma cadelinha linda. Foi resgatada das ruas por uma tia do meu pai, estava em uma estrada de chão no portão de uma granja onde um caseiro disse que um vira-latas havia cruzado com a cadela pastor alemão – e o dono da granja mandou jogar os filhotes na rua. A tia do meu pai então trouxe ela para casa e me perguntou se queria ficar com ela. Eu disse que sim, pois ela pulou no meu colo como se pedisse “não me largue nunca mais”, mas meu pai nao deixou de jeito nenhum…

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Miuw: o que os olhos não vêem, o coração sente, sim!

Meu nome é Juliana Rogge, tenho 20 anos e estava em uma praia quando uma amiga me liga, dizendo que achou uma gatinha numa sacola de lixo e perguntando se eu podia ficar com ela. Eu disse que uma gatinha recentemente tinha falecido e que não queria outra exatamente agora… Ela insistiu e disse que não poderia ficar com ela, que estava fraquinha e eu, com coração de mãe, também não resisti.

E aquela famosa frase “o que os olhos nao vêem, o coração não sente”, não fez sentido nenhum pra mim!  Não tinha visto a gatinha e mal sabia que ela já estaria dentro do meu coração por muitos anos.

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Rabisca: As delícias de adotar uma gatinha já adulta

Nesse exato momento, enquanto estou digitando, minha gatinha Rabisca está cochilando e ronronando no meu colo. Eu sei que esse nome “Rabisca” é horrível e minha princesinha merecia um nome melhor. Mas é que meu outro gatinho se chama Rabisco, por ser todo cinzento e descabelado – parece aqueles rabiscos que fazemos a lápis, sabe? E quando ela chegou, tão parecida com ele a ponto das pessoas se confundirem, foi todo mundo logo falando: “caramba, Rabisca!“ e pronto, ficou assim.

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Tigre: aonde você for, eu vou!

Quando eu era casada, vivíamos com o Tigre, um fila enorme de quase 100 kg. Apesar do tamanhão, o Tigre era um doce, querido por todos e muito manso. Nós vivíamos em Manaus, em uma casa com um quintal grande, com muito espaço pra ele correr.

Mas quando me divorciei, voltei para o Rio de Janeiro. Não tive dúvidas de que iria trazer o Tigre pra morar comigo, mas vim primeiro e fiquei no apartamento da minha irmã até achar um local que fosse bom pra mim e para o Tigre.

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Sophie: de bebê desprotegida a dona da casa

Sempre que fico vendo fotos antigas da Sophie, de quando a adotei e ela era apenas um bebezinho medroso e desprotegido, faço a mãe babona e fico com os olhos marejados. Quando trouxe a Sophie pra casa, ela era tão frágil e assustada, tão pequequenininha e desprotegida… Tremia, tinha medo de tudo… Era insegura.

Agora olho pra minha filha livre, segura, confiante. Dona da casa! Dá tanto orgulho vê-la assim… ver como cresceu, como se desenvolveu. E saber que fui parte disso me dá uma alegria enorme.

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Kiara: o antes e depois de uma adoção faz toda a diferença

Eu sou uma SRD bem parecida com poodle e hj estou com 8 anos e vim te contar a vida de cães sem um lar, esperando para serem adotados.Eu estive por mais de 5 anos vivendo num cão-orfanato e lá haviam centenas de amigos como eu ansiosos por carinho, comida, cuidados e muito amor por parte dos humanos.

Lá no abrigo são muitos de nós que chegam resgatados das ruas machucados e mal tratados pelo abandono e indiferença, mas eu sabia que algo bom poderia mudaria a minha vida. Eu tive lá no abrigo um teto para dormir, ração, vacina , mas ainda faltava aquele toque especial de uma família só minha.

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Uma gatinha de sorte

Quando eu e meu marido resgatamos essa gatinha em fevereiro desse ano, ela estava debilitada e pesava apenas 1 kg e 800 g… era possível contar os ossinhos da costela só de olhar. Hoje, poucos meses depois, ela está bem maior e pesando 3 kg e 900 gr. Uma gata bonita, saudável e muito feliz… que adora correr pela casa e brincar com os outros gatos da família.

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Sorriso e um motivo pra ser feliz

Sorriso é a primeira cadela adotada por nossa família. Ela vivia no estacionamento da Igreja que fica perto da nossa casa. Uma noite, quando eu estava chegando do trabalho,ela me acompanhou até o portão. Ofereci comida e água e a convidei para entrar, mas nada dela aceitar. Por fim, meu marido pegou ela nos braços e colocou ela dentro de casa. Ela tem uma doença mandíbula inferior, que é mais para fora, por isso, parece que ela está sempre sorrindo e dai demos o nome de Sorriso. Essa foto é a primeira dela conosco.

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Nala: tem que ser de raça?

Fazia um tempo que eu estava querendo um gatinho, daí falei à minha mãe que se soubesse de alguém que estivesse dando, eu queria, só que tinha que ser de raça. Minha mãe comentou com uma amiga dela que eu queria e ela disse que conhecia uma pessoa que tinha e ia ver se conseguia pra mim.

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Theo e Simba, irmãos de verdade

Sempre fui apaixonada pelos animais e sempre os tive presente em minha vida, graças a DEUS. Há mais ou menos 3 anos atrás minha sogra ganhou um Rhodesian de uma amiga criadora, o Simba. Ela o levou para a casa de Friburgo, já que lá tem muito espaço e a raça é grande… só que por conta do trabalho dela, não podia dar muita atenção a ele.

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