Bella: uma surpresa no capô do carro, parte II

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Há dois anos contamos aqui a história da Bella, uma gatinha linda que pediu socorro ao Marco Antonio Mandarino que não exitou em salvá-la. Ela estava muito ferida mas graças aos cuidados repletos de amor e carinho ela sobreviveu.
Hoje o Mandarino nos escreveu contando todo o processo pós adoção e adaptação, e é isso que a gente vai ver agora.
Leia até o final e tenho certeza que você vai se identificar e se emocionar diversas vezes.

Passados quase dois anos, hoje eu vejo que parte mais difícil não foi cuidar das queimaduras da Bella. Foram muitos meses de tratamento até que tudo cicatrizasse por completo. Não foi a longa de lista de remédios a serem administradas e as horas acordando ou mesmo os finais de semana privados para cuidar dela.

A parte mais difícil foi o depois, porque mesmo que inicialmente havíamos combinado que assim que ela estivesse recuperada nós iríamos providenciar um novo lar a ela, sabíamos que com o seu comportamento assustado e agressivo ninguém iria querê-la por perto. Continue reading…

Como os animais nos ensinam o desapego

Dino ainda filhotinho

Quando adotei meu Dininho ele tinha 32 dias de vida. Um mini salsichinha lindo! 

Como todo filhote, o que ele via pela frente ele roía. Achei que à medida que ele fosse ficando mais velho, isso passaria. Doce ilusão! A frequência diminuiu e os motivos mudaram, mas ele continuou a “comer” tudo que achava pela frente.

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Bella: uma surpresa no capô do carro

“6h15 da manhã, parado no posto abastecendo o carro. Estava ao lado da bomba quando ao meu lado pára outro carro para abastecer. Não prestei muita atenção, mas quando o frentista abriu o capô daquele carro, um gato rajado e enorme estava completamente paralisado sobre o motor. Não miou, não deu um pio, simplesmente pulou e correu para dentro do meu carro que estava com a porta aberta. O motorista do outro carro não conhecia ou fazia a menor ideia de quem pertencia aquele gato. A única coisa que descobri é que ele já estava rodando a cerca de 20 minutos. E agora? Continue reading…

Ágata: duas versões de uma história

 

A história na versão da gatinha Ágata


“Oi, eu sou a Ágata. Fui resgatada há 12 anos, com 1 mês de idade. Alguém muito maldoso deu um chute na minha cabecinha e fiquei cega. Sabe, minha família me ama muito e eu aprendi a “ver” de uma forma diferente. Brinco, peço carinho, uso a caixa de areia, me alimento (aliás comer é o que mais gosto de fazer hihihihihi) como qualquer outra gatinha. Ando pela casa toda e convivo bem com outro gato, uma cadela e até com papagaio!

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Maisha: uma surpresa no ano-novo

Maisha com sua mamãe Wanilda

Olá! Meu nome é Maisha. Tenho mais ou menos 4 anos e meio… e vou contar minha história!

No dia 1 de janeiro de 2011 fui atropelada. Fugi da minha casa por conta dos fogos de artifício do Ano Novo… e nesse dia aconteceu o acidente. Algumas pessoas que estavam em um prédio almoçando escutaram o barulho da batida do carro e me viram jogada na calçada. Essas pessoas se uniram e me levaram para um hospital e constataram que as minhas pernas traseiras estavam paralisadas. Um dos casais me levou para casa e todos começaram a cuidar de mim: vários remédios, alimentação, fraldas, amor… Me levaram a vários médicos e todos disseram que talvez pudesse voltar a andar…mas nada garantido. Mas nada…

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Mário Grey e o homem que não gostava de gatos

Leandro Moreira de Farias era um rapaz que não gostava de gatos. Por que? A princípio, porque aqueles que moravam perto da casa dele, roubavam comida. “Uma vez, voltando pra casa do supermercado, deixei as bolsas na porta do prédio e me afastei para me despedir do meu irmão. Quando voltei até as sacolas, um gato estava dentro de uma delas comendo a linguiça calabresa.” conta ele.

Nesse momento, você amante de gatos está pensando: “ohhh que gracinha, tão esperto esse gatinho arteiro!” (pelo menos foi o que eu pensei ao ouvir a história). Mas acontece que pra quem não gosta dos felinos, o “gatinho arteiro” não passa de um meliante safado.

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Clark: o gatinho que teve seu mundo salvo

“Há exatamente um ano, eu saía de casa para descobrir de onde estava vindo um desesperado choro felino. Ao chegar num beco ao lado do prédio onde moro, encontrei um pequeno filhote de aproximadamente 2 meses de idade miando sem parar. Depois de convencê-lo de que a minha aproximação era amigável através de um pouco de ração, consegui segurá-lo. O pequeno gatinho estava assustadoramente magro e cheio de pulgas. Quando levei-o à minha casa e ele viu ração e água em abundância, comeu desesperadamente como se não tivesse aquilo há dias.

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Fanny: 17 maravilhosos e perfeitos anos

Há 17 anos atrás Deus me deu o melhor presente do mundo, a Fanny, uma cadelinha linda. Foi resgatada das ruas por uma tia do meu pai, estava em uma estrada de chão no portão de uma granja onde um caseiro disse que um vira-latas havia cruzado com a cadela pastor alemão – e o dono da granja mandou jogar os filhotes na rua. A tia do meu pai então trouxe ela para casa e me perguntou se queria ficar com ela. Eu disse que sim, pois ela pulou no meu colo como se pedisse “não me largue nunca mais”, mas meu pai nao deixou de jeito nenhum…

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Miuw: o que os olhos não vêem, o coração sente, sim!

Meu nome é Juliana Rogge, tenho 20 anos e estava em uma praia quando uma amiga me liga, dizendo que achou uma gatinha numa sacola de lixo e perguntando se eu podia ficar com ela. Eu disse que uma gatinha recentemente tinha falecido e que não queria outra exatamente agora… Ela insistiu e disse que não poderia ficar com ela, que estava fraquinha e eu, com coração de mãe, também não resisti.

E aquela famosa frase “o que os olhos nao vêem, o coração não sente”, não fez sentido nenhum pra mim!  Não tinha visto a gatinha e mal sabia que ela já estaria dentro do meu coração por muitos anos.

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