Uma gatinha de sorte

Quando eu e meu marido resgatamos essa gatinha em fevereiro desse ano, ela estava debilitada e pesava apenas 1 kg e 800 g… era possível contar os ossinhos da costela só de olhar. Hoje, poucos meses depois, ela está bem maior e pesando 3 kg e 900 gr. Uma gata bonita, saudável e muito feliz… que adora correr pela casa e brincar com os outros gatos da família.

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Sorriso e um motivo pra ser feliz

Sorriso é a primeira cadela adotada por nossa família. Ela vivia no estacionamento da Igreja que fica perto da nossa casa. Uma noite, quando eu estava chegando do trabalho,ela me acompanhou até o portão. Ofereci comida e água e a convidei para entrar, mas nada dela aceitar. Por fim, meu marido pegou ela nos braços e colocou ela dentro de casa. Ela tem uma doença mandíbula inferior, que é mais para fora, por isso, parece que ela está sempre sorrindo e dai demos o nome de Sorriso. Essa foto é a primeira dela conosco.

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Nala: tem que ser de raça?

Fazia um tempo que eu estava querendo um gatinho, daí falei à minha mãe que se soubesse de alguém que estivesse dando, eu queria, só que tinha que ser de raça. Minha mãe comentou com uma amiga dela que eu queria e ela disse que conhecia uma pessoa que tinha e ia ver se conseguia pra mim.

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Theo e Simba, irmãos de verdade

Sempre fui apaixonada pelos animais e sempre os tive presente em minha vida, graças a DEUS. Há mais ou menos 3 anos atrás minha sogra ganhou um Rhodesian de uma amiga criadora, o Simba. Ela o levou para a casa de Friburgo, já que lá tem muito espaço e a raça é grande… só que por conta do trabalho dela, não podia dar muita atenção a ele.

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Ruth: tudo começou com um olhar

No final de 2011 resolvi criar um projeto de conclusão de curso sobre Guarda Responsável. Estudando sobre o tema eu me dei conta que não há uma raça melhor que a outra, um bichinho de estimação vai te amar independente de sua cor de pele ou classe social. Então deveríamos fazer o mesmo por eles, não é? Foi então que decidir adotar um cachorrinho.

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Caco e a alegria de mudar de ideia

É incrível, mas quando tem que ser, as coisas acontecem de qualquer forma.

Há alguns anos atrás, me prometi nunca mais ter nenhum bichinho, pois sofri demais quando os meus dois cães (um casal de 9 e 12 anos) morreram. Ficamos eu e minha família, arrasados e incorformados, apesar de que sabíamos que um dia eles partiriam.

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Mexerica: chuva, ponto de ônibus e uma surpresa

Essa é a Mexerica. A caçula.

Semana passada, numa sexta-feira de manhã de muita chuva, quando eu estava indo para o ponto de ônibus para ir trabalhar, quando passava ao lado de um supermercado, eu ouvi uns miadinhos sofridos e como de costume, comecei a procurar e vi uma gatinha tricolor, tentando se esconder em baixo do ar condicionado e aparentemente apavorada e toooda encolhida, que eu pensei que ela estava ferida.

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Venon e suas férias no Nordeste

Venon é um cachorro muito especial e nos encontramos no momento certo. Faziam 7 meses que eu e meu esposo João tínhamos perdido nossa Weimaraner de 13 anos e estávamos sentindo um vazio enorme em casa, amigos solidários sempre querendo nos dar um filhote mas decidimos q só pegaríamos um caso achássemos um abandonado.

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Sid, o gato que adora bichos de pelúcia

Perto de minha casa ha uma pet shop. Uma das atendentes, a Theresinha, passa diariamente pelo nosso bairro recolhendo animais abandonados. Ela tem sua casa repleta de lindinhos, e mais uma casa abandonada que herdou, onde deixa os que não cabem mais na sua casa. Ela cuida de todos eles, levando ao veterinario (na SOZED) e alimentando.

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