O que esperar de uma adoção animal?

adoção animal

Oi, meu nome é Nina e estou disponível para adoção aqui no site junto com muitos outros amiguinhos.

Quando a gente pensa em adoção animal, normalmente esse pensamento vem acompanhado de um sentimento de ajudar um animal, de tornar a sociedade melhor com menos um bicho na rua. Mas será que na realidade é assim? O que realmente se esconde por trás de uma adoção?

Por que as pessoas adotam? Que sentimento é esse que faz uma pessoa retirar um animal da rua e levar para casa? Eu poderia passar horas aqui escrevendo sobre isso, pois são muitos sentimentos que se misturam, mas o mais forte é também o mais simples, amor!

Todo mundo já tem a consciência, ou deveria ter, de que os abrigos não dão conta de tantos animais. Nossa população ainda tem a cultura de quando um animal tem filhotes, pegam esses bebezinhos e os colocam em uma praça achando que alguém vai pegar e os adotar. Mas não é isso que acontece! A maioria acaba ficando na rua e nem mesmo sobrevive. Por isso, se você pretende ter um bichinho, precisa se responsabilizar por ele.

Adotar sim, mas com responsabilidade!

Bicho não é brinquedo. Vivem em média 18 anos. Tem os mesmos sentimentos de alegria, dor, fome, sono e amor que você. Precisam de vacinas, comida, água, fazem xixi e cocô.

O Amigo Não se Compra só existe porque a gente acredita no amor, que todos os animais precisam de um lar. Mas se você não tiver condições, não adote! seja consciente, adotar para deixar acorrentado no quintal não vale! Adoção não é moda, é responsabilidade!

Esses animais que vivem nas ruas, abrigos, lares temporários normalmente tem uma história muito triste, uma história de dor e abandono. Aí você chega lá, olha o que acredita ser o mais fofo e pensa: vou salvá-lo!

Quando chega em casa, com o tempo, percebe que foi ele quem te salvou!

As vezes passamos por situações complicadas que não conseguimos expressar, eles tem a incrível capacidade de perceber nossa dor, e nos fazem carinho, nos enchem de afagos e por um instante só o que existe é amor!

São companheiros de verdade! São leais, honestos com seus sentimentos, nos amam de forma pura, sem interesses!

Se você tiver um animal, dificilmente vai se sentir sozinho. Eles movimentam a casa, trazem vida! Alegram as crianças e são ótimos companheiros.

Não acredita? Vou deixar vocês com alguns depoimentos, começando por mim.

Como os gatos ajudaram minha mãe quando casei

Antes de casar eu tinha dois gatos, o Pablito e a Charlene. Pablito sempre foi o xodó da casa, mas é muito arisco. Carinho só quando ele quer! A Charlene chegou adulta e foi ficando até ser adotada definitivamente. E assim vivíamos nós quatro, mamãe, os gatos e eu. Quando casei minha mãe não deixou eu trazer nenhum dos dois, pois achou que ia se sentir muito sozinha.

Ela encarou bem meu casamento, o difícil pra ela era mesmo voltar do trabalho para a casa vazia. Aí ela lembrava que tinham duas “crianças” esperando por ela em casa e que na verdade a casa não estava vazia. Algumas pessoas até entrariam em depressão, mesmo que momentânea, mas não minha mãe. É claro que sou insubstituível para ela, lógico que sentia minha falta (eu não a abandonei tá?Rs. Ligava mais de 4 vezes ao dia, na verdade ainda ligo) mas os peludinhos fizeram a companhia perfeita. Ela conversa com eles, briga quando fazem arte, e o Pablito dorme em cima da barriga dela, Charlene no pé. São ótimos despertadores e ela nunca perde a hora, pois às 6:00 já querem o café da manhã!

Pra quem não me conhece, aí vai uma foto minha com meus fofos! Em cima, toda pretinha Charlene e logo abaixo bem gordinho, o Pablito.
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Quando o gato te escolhe como mãe

Mas se você está pensando que só eu tenho uma história de amor pra contar, vou deixá-los com a história de uma amiga, a Marcinha Xavier. Ela tem duas fofuras em casa, uma dessas fofuras, o Bolinha, tem problemas renais sérios, mas nada faz essa moça desistir dele!

“Sou a feliz mãe de dois gatos lindos: Bolinha e Mimi. Eles são minha alegria, meus companheiros de todas as horas. Eu sempre tive gatos, mas estava há três anos sem nenhum, então Bolinha apareceu e literalmente caiu aqui em casa, no dia do velório de uma grande amiga, neste dia, o devolvi  pra sua mãe, mas quando tem que ser é. Dois meses depois, Bolinha voltou sozinho e desta vez ficou pra sempre. Enfrentamos muitas dificuldades juntos, desde e fato dele já ter dona, até uma doença genética nos rins que ameaça constantemente sua vida.  A Mimi apareceu aqui grávida, e teve seis filhotes, cheguei ao cúmulo de escondê-la com os filhotes no porão pra meu  marido não ver, rsrs. Depois de desmamados, doei seus filhotes,castrei-a e a adotei oficialmente. Ela é super assustada e só confia em mim e em meu marido. Eu os amo de um amor verdadeiro e acredito que este amor me faz a cada dia uma pessoa melhor.”

Querem conhecê-los? Aí estão suas fotos!
Mimi toda musa na sua cama vermelha e Bolinha na sua caixinha favorita.
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Coração de mãe, sempre cabe mais um

Por fim, quero deixá-los com o depoimento da Liliane Ferrari, que é professora e consultora de mídias sociais, mãe e tem uma sensibilidade quase que única. Ela foi só coração ao adotar dois irmãos para não separá-los! Muitas pessoas não fazem isso e as vezes o gatinho entra até em depressão difícil de curar.

“Já tive gatos em várias fases da minha vida, sempre adotando e resgatando da rua mas estava há uns 8 anos sem nenhum… Minha filha fez aniversário e queria muito um gatinho, aí soube de uma cria que estava sem lar e fui ver a gata-mãe. Lá decidimos ficar com os 2 gatinhos, não separar os irmãos. E há 2 anos soube de um gato mais idoso numa situação muito triste. Vi a foto no Facebook e me deu até insônia, no dia seguinte fui buscá-lo. Ele era muito traumatizado, passou 3 meses sem sair da lavanderia…Tinha que dar água na boca, curar o olho, o rabo, tudo! Meu marido foi o São Francisco de Assis desse bichinho, parou tudo na vida pra cuidar dele. Hoje temos 3 gatos lindos: a Preta, o Doce e o França, são os irmãos da Luisa. Os gatos são tudo pra gente, alegram nossa casa, fazem companhia para minha filha, esquentam a gente no frio na cama!”

Com vocês os três gatinhos da Liliane e sua gata inspiradora Luisa!

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Depois desses depoimentos, espero que vocês compreendam a importância em se adotar e vejam que vai muito além de dar água e comida, é um ato de amor puro, sincero e único.

Quem ama, adota. E quem adota é mais feliz!

Se sentiu vontade de experimentar todo esse amor que só um peludinho é capaz de dar, clique na nossa aba lá em cima Quero Adotar e escolha aquele que vai ser seu melhor amigo para todo o sempre.

Se quiser conhecer mais histórias de amor tão lindas quanto essas, clique em Amigos Para Sempre.

Nos conte a sua história nos comentários e diga o que achou do nosso post!

Abraços! Até semana quem! 😊

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4 Comentários

  1. Pingback: Amigo Não se CompraAnimais de rua são um problema ou o problema somos nós?

  2. Pingback: Ele vira latas porque alguém virou as costas!

  3. Renata

    Bom dia, pessoal e com muita dor no coração que estou aqui, minha cadelinha tem dez anos e é da raça podlle , infelizmente preciso de um novo lar para ela, antes de casar eu morava e casa e era maravilhoso!! Casei em 2014 e me mudei para apartamento , mesmo ela sendo de porte pequeno estava td ok, porém tive meu primeiro filho , ela entrou em depressão mas graças a Deus melhorou !!! Agora estou gestante novamente e ela já não está tendo a atenção devida , eu e meu esposo ficamos o dia fora, ela passa a maioria do tempo sozinha , e quando chego são tantos afazeres que acabo não dando a atenção devida !!! Foi com muita conversa que decide que não estou sendo justa com ela , pois ela precisa de amor e atenção !!! Ela já é castrada e vacinada !!! Espero que ela encontre um novo lar e que seja muito feliz !!!

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