O que você precisa saber antes de comprar um cachorro

E quem não acha um filhotinho de cachorrinho a coisa mais linda do mundo? E os de raça? Ah, os cãezinhos de raça são tão fofos! ❤ Mas deixa eu contar o caminho que percorrem até sua casa. 

Você os encontra normalmente limpinhos, cheirosos e com um laço ou gravatinha abanando o rabinho todo feliz. Mas antes disso uma pessoa comprou dois cachorros: um macho e uma fêmea com o intuito de comercializar os filhotes. E como só reproduzem de 2 a 3 vezes ao ano, é provável que comprem de raças diversas para atender os diversos públicos. Por isso, é importante que você visite o local onde os filhotes são criados, conheça o espaço e saiba quem são os pais do cachorrinho que deseja adotar.  Por esse motivo, também não indicamos a compra de animais em Pet Shops. Por mais que você acredite que seja um local sério e responsável, jamais terá certeza absoluta do que acontece nos bastidores. Muitas vezes nem os donos das Pet Shops sabem.

Gostaria de acrescentar que existem pessoas que deixam seus cachorrinhos de estimação procriarem e vendem seus filhotes, mas existem também as chamadas fábricas de filhotes. E é sobre essas pessoas que vamos falar e explicar porque você deve evitar.

A vida no cativeiro

Esses filhotes são objetificados e como tal, o criador não se preocupa com o seu bem estar, apenas com o lucro que irão obter a partir deles.

Pois bem, quando as cadelas entram no cio, são amarradas em um  lugar que mais parece um curral e são obrigadas a cruzar com vários cachorros (da mesma raça, é claro) exaustivamente para garantir a fertilização, ou seja, a cadela é submetida a estupros, sem nenhuma chance de defesa! O espaço não as permite sair ou mesmo deitar e ao final do dia estão doloridas e muito machucadas.

É comum criadores alugarem uma casa ou um espaço qualquer para que os cachorros fiquem e como não há um laço afetivo, normalmente os animais ficam sozinhos por dias. Eles ficam em currais individuais, com chão apenas acimentado, sem uma coberta ou caminha para aquecê-los. Há espaço para deitar mas quando a tigela de água vira, ficam sem. Quando a comida acaba, ficam sem. Passam dias deitados sobre as próprias fezes.

Alguns desenvolvem transtornos de ansiedade e ficam girando em círculos, outros se coçam até fazer feridas, há os que ficam uivando, os que ficam agressivos, os que se machucam, enfim, vivem um inferno terrestre. Claro, não preciso falar das pulgas, carrapatos e tosse de canis que são expostos. Recordo de um cativeiro que a polícia estourou com cerca de 90 cachorros (Clique aqui para ver. Atenção: cenas fortes) que até sangue tinha no chão!

Quando essas cadelas são servem mais para reproduzir, são jogadas na rua, afinal, produto velho ou quebrado não pode ser reaproveitado e é dispensado. São simplesmente abandonados na rua para morrer “em paz”.

Afinal, a compra salva ou não a vida de um cachorro de raça?

Muitos filhotes já nascem doentes, mas há os saudáveis. Vamos falar dos saudáveis.

Normalmente a pessoa  que vende não mostra o criadouro ou apenas mostra fotos de um possível lugar ou dos pais. Essas fotos podem ser facilmente editadas. E quanto você paga por um cachorro? 2, 3, 5 mil reais?

Você pode estar pensando: “Nossa que vida cruel! Então, comprar os livrará de uma vida como a que os pais tiveram!”

Não! A compra estimula que esse tipo de gente continue objetificando os animais e dê continuidade com esse ciclo do mal. Se todos pararem de comprar, todos os cachorros de raça não serão mais valorizados como objetos e poderão ser adotados. Todos devem ser gratuitos e ter  valor emocional e não comercial. Os animais têm sentimentos e não devem ser valorados e sim valorizados.

Um outro pensamento também pode estar passando pela sua mente: “Ah, puxa! Gosto tanto de um cachorrinho de raça, será que nunca poderei ter um?” Veja bem, o que eu disse acima é que a maioria dos criadores trata os animais assim, não que todos são assim. Se você for comprar, busque ir no local onde os pais estão, não se contente em ver fotos ou vídeos. Busque saber quem é essa pessoa que está vendendo, quais são as referências pessoais dela. O Facebook é uma ótima referência para conhecer um pouco mais de alguém. Um exemplo, esse estudante de veterinária mantinha 70 cachorros de raça nesse cativeiro (Clique aqui. Atenção: cenas fortes.). Será que realmente ninguém sabia como os animais eram tratados? Isso nunca escapou?

E como garantir que não estou apoiando esse tipo de prática?

E se eu te falar que sei de alguns de raça exclusiva que ninguém vai ter igual ao seu? E se eu te falar que conheço um lugar que tem vários, mais de 3mil e cada um tem uma pelagem diferente? Tem de porte pequeno, médio e grande. Tem cachorros mais dóceis e alguns que são ótimos vigilantes e um pouco mais bravinhos. Estou falando do Amigo Não se Compra e estou falando que temos mais de 3 mil cachorros SRD (Sem Raça Definida). A forma mais garantida de não estimular a compra de animais é adotando!

Confira o antes de depois de cachorros adotados.

Os SRDs são comumente chamados de Vira-Latas. E só são vira-latas porque alguém virou as costas. Não seja essa pessoa!

Quando você adota, além de quebrar esse ciclo cruel da compra de animais, conquista uma amizade leal e verdadeira para sempre. Não tenho nenhuma pesquisa para apresentar, mas por experiência, posso dizer que os animais que já sofreram muito, sabem como ninguém reconhecer amor e carinho quando o recebem. E mais, sabem valorizar uma verdadeira amizade! Claro, é possível que um ou outro tenha uma desconfiança maior devido os maus-tratos sofridos por determinados ditos humanos.

O que você ganha quando adota?

Você salva uma vida, e isso já é suficiente! Mas hoje, pra você que chegou até aqui, eu tenho uma surpresa:

Esse kit saboroso pode ser do seu cãozinho!

Nossos amigos e parceiros da Sanremo, sim, aqueles que vendem potinhos maravilhosos e super úteis na cozinha, fazem mais que isso.

Eles também acreditam que amigo não se compra e se juntaram a nós por uma causa muito linda: cuidar e mimar daqueles que só nos dão carinho e amor!

Eles estão lançando uma linha pet super bacana! Tem petiscos de vários sabores que os catioríneos amam, brinquedos, bebedouros, comedouros e muito mais!

Se você já adotou um cachorrinho, nos envie seu depoimento! Vamos publicar no nosso blog e no dia 18/09/2017 os 7 depoimentos mais compartilhados do Blog vão  receber um kit que inclui um brinquedo e petiscos de sabores variados conforme imagem acima (cestinha branca não inclusa). Não fique de fora e participe!

Venha para o lado peludo da força e demonstre por aí que amigo não se compra!

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25 Comentários

  1. Minha história na verdade é cheia de altos e baixos.
    Recentemente mudei de cidade, na outra cidade morava em apartamento e tinha adotado apenas gatíneos. Porém quando cheguei na minha atual cidade aluguei uma casa, mas ainda assim uma casa sem espaço adequado para cachorros. Nessa vila que morava conheci os “dois irmãozinhos”, era assim que eu e meu esposo os chamávamos, pois eram um macho e uma fêmea muito dóceis e super parecidos que moravam na rua.
    Sempre os alimentavamos com aquela sensação de dar um lar a eles. Mas colocar eles em um lugar inapropriado estava fora de questão.
    E por sorte na cidade que me mudei a proteção animal é muito forte, a maioria das pessoas cuida dos bichinhos de rua.
    Com esses “dois irmãozinhos” não era diferente.
    Eles ficavam sempre na mesma região.
    Então um dia eu me mudei de novo, mas agora para uma casa em que eu poderia ter SIM meus doguinhos com espaço de sobra.
    E mais uma vez estava lá o destino dizendo que NÃO. A casa não tinha muros, e como eles eram animais de rua, logo previmos que iriam fugir.
    Passado alguns dias notamos que a “menina”, havia desaparecido. Ela e seu “irmãozinho” nunca se separavam (algo de errado não está certo). Então em um dia de muita chuva ela resolveu aparecer, com a pata traseira super machucada, uma ferida muito MUITO feia mesmo.
    Claro que o muro ainda não estava pronto, porém eu e meu esposo não pensamos em nenhum momento sobre isso, apenas pegamos ela fizemos os primeiros socorros e buscamos o “menino” que estava escondido encolhido embaixo de uma marquise por conta dá chuva.
    Os levamos embora, tratamos do ferimento dela e dá sarna dele.
    Até a nossa adaptação, levou um tempinho, pois eram cães de rua, e tinham medo de praticamente tudo ao redor.
    Mas com amor, carinho, paciência e muito cuidado tudo TUDO acaba bem.
    Hoje eles estão saudáveis e felizes.
    Nossos “filhos” já estão conosco há três meses e é só alegria.
    Ainda não os batizamos oficialmente pois já são adultos, mas os chamamos carinhosamente de preto e preta, ou de menino e menina.
    Agora nossa casa já pode ser considerada um lar, pois nos tornamos completos depois que eles apareceram.
    :’)

  2. ELENA CRISTINA VIERA

    Tenho 5 gatos e 2 cadelas, todos adotados. Vou contar a história da Cuka, uma das minhas cadelas. Em 2008, havia um estacionamento ao lado do meu prédio, e um dia ouvi uns latidos perto da janela do meu quarto. Fui conferir e vi que tinham amarrado uma cadelinha num poste dentro do estacionamento. No mesmo momento fui lá conhecê-la e saber quem a tinha colocado ali. Descobri q o dono do estacionamento tinha trazido a cadelinha da casa da namorada, pois a família não a estava tratando muito bem. A pobrezinha tinha uma marca no pescoço de ter ficado com uma coleira apertada demais, ao ponto de se enterrar na pele, uma coisa muito triste! Bom, conheci a cadelinha e tirei ela daquele poste, levando-a para mais perto da portaria. Lá, fiz um abrigo para ela embaixo de uma árvore, porém, ela teria que ficar amarrada, pois havia a circulação de carros dia e noite. Passei a cuidar dela em conjunto com o pessoal do estacionamento, levava comida, soltava ela para brincar e correr pelo pátio, dava carinho. Nesse ano ela entrou no cio e ficou prenhe. Uma vizinha conseguiu doar os filhotes, assim q eles desmamaram, inclusive, ela mesma ficou com uma cadelinha. Depois disso, convenci o dono do estacionamento a castrar a Cuka, esse é o seu nome. Então passou todo o ano de 2008, eu cuidando da Cuka mas sem coragem de levá-la para meu apartamento pois não sabia como ela se comportaria com minha gata e como eu estava sempre por perto, poderia continuar cuidando dela assim. Porém, em 2009 resolvi adotar uma cadelinha, e apesar de a Cuka estar ali do meu lado, e até por isso mesmo, ou seja, eu poderia continuar cuidando dela, eu busquei em ONGs. Encontrei e adotei a Lilica, que também tinha uma história triste de abandono. Comecei a levar a Lilica para brincar com a Cuka e se tornaram grandes amigas, correndo e se divertindo muito pelo estacionamento! Até que, num sábado chuvoso, quando acordei pela manhã, abri a janela para ver como estava a Cuka e, qual não foi minha surpresa, ao ver que ela tinha se enrolado nas grades que circundavam o terreno e estava encharcada, sabe-se lá há quantas horas! Fiquei furiosa com os porteiros que não tinham visto isso e ao mesmo tempo, preocupada com ela, pois poderia ficar doente de tanto frio que deve ter passado! Bom, não tive dúvidas: desci correndo e fui buscá-la para tomar um bom banho quente, secar bem, dar comida e uma boa caminha. Nesse dia decidi que ela não voltaria mais para o estacionamento. Falei com o dono e disse que ela não merecia passar por isso tudo, viver amarrada e sem o mínimo cuidado dos que deveriam ser seus responsáveis. Ela se comportou super bem, tanto com minha gata quanto com a Lilica, que já era sua amiga de farra. Enfim, continuamos todos juntos e felizes, e com a casa cada vez mais cheia, pois ao longo dos anos, resgatamos mais quatro gatinhos das ruas…

  3. Patricia Santos

    Há dois meses, passeando com meu cachorro no parque, em um dia frio até
    Meu cachorro ficou agitado perto de umas sacolas de lixo, quando fui ver tinha uma cadelinha tremendo no meio dos sacos suja e assustada não pensei duas vezes, a peguei dei banho, comida e agua ela comeu tanto que parecia que nunca tinha visto comida antes depois , coloquei ela na casinha e enrolei com um coberto quente tirei foto e divulguei para conhecidos para quem quisesse adota-la levei ao veterinário ela estava com muitos vermes e desidratada, comprei e apliquei o vermífugo e ofereci bastante agua com o passar das semanas fui a cada dia me apaixonando por ela até o meu cachorro adora estar com ela passam o dia inteiro brincando, em um certo dia apareceu uma amiga interessada em adota-la falei com ela, voltei pra casa e quando sentei na varanda e a cachorrinha hoje nomeada Luna, veio e deitou no meu colo comecei a chorar feito criança pois o simples fato de não ter mais ela me destruí por dentro hoje linda e saudável com meu outro cachorro fazem a alegria da casa os dois são (SRD)o meu 1° adotei de uma amiga em fevereiro desse ano se chama Nescau, eu nunca havia tido um cachorro antes e por experiência própria ele mudou minha forma de ver as coisas me fez enxergar tudo com mais amor, sua lealdade, carinho e amor só me comprovaram oque todos dizem eles são capazes de nos dar tudo de si por amor, o importante não é a raça do cachorro ou gato e sim o amor e zelo que nós proprietários iremos lhe dá há muitos ai na rua precisando de um lar e mais importante que isso de amor, amigos, amor, lealdade e confiança não se COMPRA se Conquista independente da raça, porte ou cor.

  4. RODRIGO

    Olá,
    Vou contar pra vocês a história da Chantilly – Chanty pra turminha lá de casa.
    Então, lá em casa somos eu, minha esposa e duas princesinhas.
    Minhas filhas são alucinadas com animais, situação com o qual, tenho que confessar, tenho grande parcela de culpa – e orgulho -…
    Pois, então, numa das idas à casa dos meus pais, encontrei uma gatinha na porta. Fiz um carinho, alimentei e mandei uma foto para as meninas. Sem que soubéssemos de sua condição, menos de uma semana depois, a felina se instalou no jardim da casa da minha mãe.
    Da ninhada, nasceram 3 gatinhos: Chanty, Caramelo e Canjica. Cada um destinado à casa de um neto, tendo a última permanecido na casa da vovó.
    Hoje estão todos fortes e saudáveis. Chantilly se recuperou, há pouco, de um procedimento de esterelização e, tão logo tirou o colar de proteção, fez dos obstáculos da sala seu circuito preferido de corridas.
    É isso, não há pelos e cuidados que tirem a alegria dessa agradável companhia, que indico a todos que tenham a intenção de adotar um animalzinho de estimação.
    Grande abraço,
    Rodrigo

  5. Minha história com meus filhos de quatro patas, são as melhores experiências que o universo me permitiu viver e continuar vivendo. Os dois são adotados de rua, melhor escolha!
    O Rucky tem hoje 15 anos de idade, um peludão que JESUS!!kkk nosso xodó,quando eu o escolhi coloquei todos os irmãozinhos dele na escada para escolher,todos desceram e ele ficou chorando,falei vai ser esse kkkkk. Trouxe de madrugada dormia com ele no chão da varanda para não fazer barulho comeu todos os pés da mesa e cadeiras, xixi no colchão, todas travessuras que um cão filhote faz kkkkk. Ele sempre nosso herói já me avisou quando a frigideira pegava fogo na cozinha, matador de barata,não peraí pegou medo de barata por minha culpa kkkkkk,quando quer comer bebe banana e voce diz o que quer e ele olha para fruteira, ama quase todo tipo de salada,frutas,ama uma batata doce jiló kkk.Enfim nosso menino que hoje é um idoso que não sai do nosso pé o tempo todo conosco,e um ano atrás adotei mais um o Dyllan, meu pai eterno!!! Esse veio com todos os carrapatos e pulgas do universo e minúsculo eu não tirava do colo kkkkkk. Eu morava em outro bairro e peguei ele e o meu mais velho ficou com minha mãe, foi uma loucura, cuidei ficou um dengo,comeu todos os carregadores possíveis,chinelos até do vizinho, fones de ouvido,saco de papel higiênico,xixi no colchão, comia tudo pela frente kkkk. Tive que mudar novamente para casa dos meus pais,foi um dos dias mais dificeis da minha vida,tive que deixar meu filho com meu vizinho até organizar tudo nos meus pais e trazê-lo, aquelas 15 dias foram os piores, foram os mais dolorosos para mim e pra ele,ele quase entrou em depressão e ficou doente, eu corri trouxe ele. Foi a melhor coisa que fiz , cuidei novamente pela sua recuperação,nos primeiros dias ele chorava quando eu saia e uivava quando eu saia, tinha medo de ver uma caixa ou bolsa porque ele imaginava eu saindo sem volta.Foi bem dificil, hoje ele meu grude não deixei ninguem se aproximar por ciumes kkkkk,meu vira-lata mais feliz e pentelho,adora frutas,legumes. Quando não estamos bem ele consegue mudar o dia com atenção brincadeiras,uma corda pra ele é a melhor felicidade um pano de chão é sua maior distração. Deus nos envia anjos que encaixa perfeitamente nas nossas vidas. Cuido de um como do outro,amo animais amo essa vida com eles. Não temos riqueza, não temos condições que pudesse proporcionar algo mais valoroso, mas não falta a comida diária a agua limpinha cama limpinha e muito amor e proteção.

    Eu sou feliz com minha família e eles além que tem uma calopsita que jura que late(ela “grita” quando chegamos em casa, imita os cachorros kkkkkk)

  6. Eliane Araujo dos Santos

    Oi, boa tarde! temos 3 gatos. Na verdade não os adotei, foram eles que nos adotaram. já tive um cachorro, mas, morreu quando pequeno. Daí em diante resolvemos não ter mais nenhum animal de estimação, meus filhos, queria um bichinho, estão resolvemos comprar um casal de periquitos. Cresceram deram crias,contanto que, já eram 11 passarinhos. Então apareceu um bichano, em nossa casa, filhote, talvez perdido ou correndo de algum cachorro. achamos que era macho pelas cores, mas, com o passar do tempo percebemos que era fêmea. Colocamos seu nome de Julieth ( vulgo Juju) linda , meiga, carinhosa, dengosa, dorminhoca, toda peluda muito fofa, o dengo da casa. Aí, apareceu outro , este já adulto, chamamos o de Apolo, também fofo, carinhoso, gosta de um chamego no pescoço, na cabecinha, dorme que nem um gato de hotel. Nossa Juju, agora jovem, deu cria, um filhote, nasceu todo branquinho, colocamos seu nome de Luna, mas, foi crescendo e mudou, parece com um siamês, tem olhos azuis, aí outro engano, achamos que era fêmea, mas na verdade é macho, hoje tem 7 meses. Sua mãe, está de barriguinha, digo, barrigão creio que agora teve vir meia duzia no minimo. Tem hora que estão todos esparramados pela casa, se que passar, tem que ser por cima deles, porquê eles não saem do lugar. Mas, são todos educadinhos. Só comem um tipo de ração, e só na sua respectiva vasilhinha, não são fãs de leite nem carne ou frango. Se tiverem sua comidinha e água fresca. comem e dorme o dia todo. Mas, são ótimos gatinhos de guarda. A Juju é a dona do pedaço ninguém tira farinha com ela, o cãozinho da minha irmã que o diga, apanha toda vez que vai lá em casa, ela olha de rabo de olho para ele, como diz, não vem não, quem manda aqui sou eu. Ele nem chega mais perto dela. Bem, essa é minha história, espero que gostem. Tchau!!

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  15. Carlos Esteves

    Minha história com o Ditão (SRD de porte médio e pelos longos) começou num sábado de tarde, em setembro de 2014. Fui comprar um bolo na loja de bolos caseiros que funciona na esquina de minha rua. Passei pelo cão que estava deitado ao lado da porta, com a cabeça apoiada sobre o degrau. Algumas pessoas mexiam com ele, mas Ditão não se animava muito a reagir. Voltei para casa, falei sobre isso com meus filhos. Decidi trazer o bicho para casa, mas com a intenção de cuidar dele e encontrar alguém que o adotasse. Foi aí que, não sei porque, comecei a chamá-lo de Ditão enquanto o convencia a me seguir. Percebei que estava mancando, a pata traseira esquerda estava machucada. Quando finalmente entrou no quintal, procurou o canto atrás de alguns vasos para se esconder. Ofereci um pouco de carne moída e arroz, era o que eu tinha, mas ele quase não comeu. Tentei leva-lo para a parte coberta da garagem, mas ele demonstrava medo em sair daquele canto. A tarde estava fria e começou a garoar, era preciso abriga-lo. A ideia que me ocorreu foi a mesma que o monstro Sully, da animação Monstros S.A., usou para levar a menina para o quarto na hora de dormir, mas em vez de biscoitos, usei rodelas de salsicha para fazer um caminho até o local onde coloquei um lençol velho.
    Na segunda levei ao pet shop para banho e tosa, o vizinho veterinário se ofereceu para aplicar vacinas gratuitamente, orientou sobre os cuidados com a pata machucada, eu o fotografei e coloquei anúncios em sites, fiz cartazetes e espalhei pela redondeza. Ninguém quis adotar o Ditão, por isso ele ficou aqui. Se alguém ainda quisesse adotá-lo, digo que agora é tarde. Ele já me adotou.

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