Nala: tem que ser de raça?

Fazia um tempo que eu estava querendo um gatinho, daí falei à minha mãe que se soubesse de alguém que estivesse dando, eu queria, só que tinha que ser de raça. Minha mãe comentou com uma amiga dela que eu queria e ela disse que conhecia uma pessoa que tinha e ia ver se conseguia pra mim.

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A história do cachorro Magpie, das ruas ao amor de uma família

Magpie é um cão de sorte: apesar de ter passado parte da sua vida nas ruas, sozinho e perdido, acaba sendo resgatado e enfim, adotado por uma família que lhe dá todo amor e carinho que ele sempre precisou.

Assistam aqui a história deste cão, que pode ter se perdido, ter sido abandonado, ou que simplesmente nasceu nas ruas. Desde à dura vida nas ruas até ser adotado por uma nova família. Tudo do ponto de vista do próprio cão!

Se você concorda que todo cão e gato de rua merece uma família, e que nenhum animal deveria ter que passar por esta situação de abandono, pratique e divulgue:

  • ADOÇÃO, porque Amigo não se compra;
  • CASTRAÇÃO, porque Amigo não se vende, e
  • IDENTIFICAÇÃO, porque Amigo não se perde.

O vídeo é uma campanha do grupo Law of the Paw para sensibilizar esta importante mensagem de adotar, castrar e identificar. São as 3 medidas que todos podemos fazer e incentivar, para diminuir a situação caótica destes bichinhos, que não tem culpa de terem sido abandonados e mal tratados pelas pessoas.

Foi legendado pela ONG de proteção animal ObaFloripa

Fonte: ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Perguntas para entrevistar um adotante

Você resgatou aquele cão ou gato, cuidou dele até ficar saudável e agora quer garantir que ele seja feliz para o resto da vida, certo? Então estamos aqui pra te ajudar!

Pra ganhar confiança no futuro adotante, há algumas dicas que você pode seguir (veja aqui) e uma delas é fazer uma pequena entrevista com ele. Então, seguem abaixo algumas perguntas que podem ser feitas:

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Como escolher um bom adotante

Você resgatou aquele cão ou gato, cuidou dele até ficar saudável e agora quer garantir que ele seja feliz para o resto da vida, certo? Então estamos aqui pra te ajudar!

Não dá pra garantir 100%, mas separamos 8 dicas que vão facilitar a escolha de um adotante que dê ao bichinho o carinho e os cuidados que ele merece:

 

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Como divulgar um animal para adoção

Qualquer ONG ou protetor pode divulgar um animal para adoção aqui no Amigo. É só fazer assim:

  1. Acessar www.amigonaosecompra.com.br
  2. Clicar em “cadastre-se” (no topo, à direita)
  3. Depois do cadastro feito, clicar em “Publicar animal” (no topo, à direita) para publicar os bichos
  4. Pronto! Agora é só compartilhar a página dos bichos nas redes sociais, pra que o maior número possível de pessoas possa conhecê-los!

Veja também:

6 dicas para aumentar as chances de adoção do bichinho

 

O que você precisa saber antes de adotar

Antes de adotar um cão ou aquele gato fofo, leia nossas dicas:

– Ao escolher seu novo amigo, leve em conta o temperamento dele e veja se ele se adaptará à sua casa. Evite um animal com muita energia se você mora em apartamento, por exemplo. No caso de filhotes, talvez você precise de paciência para educá-los.

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Theo e Simba, irmãos de verdade

Sempre fui apaixonada pelos animais e sempre os tive presente em minha vida, graças a DEUS. Há mais ou menos 3 anos atrás minha sogra ganhou um Rhodesian de uma amiga criadora, o Simba. Ela o levou para a casa de Friburgo, já que lá tem muito espaço e a raça é grande… só que por conta do trabalho dela, não podia dar muita atenção a ele.

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Ruth: tudo começou com um olhar

No final de 2011 resolvi criar um projeto de conclusão de curso sobre Guarda Responsável. Estudando sobre o tema eu me dei conta que não há uma raça melhor que a outra, um bichinho de estimação vai te amar independente de sua cor de pele ou classe social. Então deveríamos fazer o mesmo por eles, não é? Foi então que decidir adotar um cachorrinho.

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Caco e a alegria de mudar de ideia

É incrível, mas quando tem que ser, as coisas acontecem de qualquer forma.

Há alguns anos atrás, me prometi nunca mais ter nenhum bichinho, pois sofri demais quando os meus dois cães (um casal de 9 e 12 anos) morreram. Ficamos eu e minha família, arrasados e incorformados, apesar de que sabíamos que um dia eles partiriam.

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