Adoção especial: por que não?

Fofão, de Londrina-PR
(Clique na imagem para saber mais sobre ele)

É claro que, quando pensamos em adotar um animal, sempre imaginamos que novo filhote será o mais lindo e perfeito possível. Queremos um animal saudável, com uma bela aparência e isso é mais do que natural. Mas que tal adotar um animalzinho especial?

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Clark: o gatinho que teve seu mundo salvo

“Há exatamente um ano, eu saía de casa para descobrir de onde estava vindo um desesperado choro felino. Ao chegar num beco ao lado do prédio onde moro, encontrei um pequeno filhote de aproximadamente 2 meses de idade miando sem parar. Depois de convencê-lo de que a minha aproximação era amigável através de um pouco de ração, consegui segurá-lo. O pequeno gatinho estava assustadoramente magro e cheio de pulgas. Quando levei-o à minha casa e ele viu ração e água em abundância, comeu desesperadamente como se não tivesse aquilo há dias.

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Fanny: 17 maravilhosos e perfeitos anos

Há 17 anos atrás Deus me deu o melhor presente do mundo, a Fanny, uma cadelinha linda. Foi resgatada das ruas por uma tia do meu pai, estava em uma estrada de chão no portão de uma granja onde um caseiro disse que um vira-latas havia cruzado com a cadela pastor alemão – e o dono da granja mandou jogar os filhotes na rua. A tia do meu pai então trouxe ela para casa e me perguntou se queria ficar com ela. Eu disse que sim, pois ela pulou no meu colo como se pedisse “não me largue nunca mais”, mas meu pai nao deixou de jeito nenhum…

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Adotando um animal adulto ou idoso

Quando pensamos em adotar um animal, geralmente imaginamos um bebê. Mas que tal dar uma chance a um animal adulto?

Infelizmente, grande parte da população de adultos e idosos que lotam os abrigos é formada por animais que um dia tiveram um lar, uma família, mas que foram descartados por algum motivo fútil. Por melhor que seja o abrigo, por mais dedicados e amorosos que sejam seus funcionários, é impossível dar conta de todos os animais com todo o zelo que teriam (ou tiveram) num lar de verdade.

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Rabisca: As delícias de adotar uma gatinha já adulta

Nesse exato momento, enquanto estou digitando, minha gatinha Rabisca está cochilando e ronronando no meu colo. Eu sei que esse nome “Rabisca” é horrível e minha princesinha merecia um nome melhor. Mas é que meu outro gatinho se chama Rabisco, por ser todo cinzento e descabelado – parece aqueles rabiscos que fazemos a lápis, sabe? E quando ela chegou, tão parecida com ele a ponto das pessoas se confundirem, foi todo mundo logo falando: “caramba, Rabisca!“ e pronto, ficou assim.

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Um gatinho é bom, mas dois é muito melhor!

Ter um gatinho ou dois? Muita gente passa por esse dilema, mas a gente garante que ter dois gatinhos é tudo de bom. Eles dão praticamente o mesmo trabalho que um só – mas dão o dobro de alegrias! Além disso, fazem companhia um ao outro quando estamos fora.

Mas nada melhor do que ouvir o que um próprio felino tem a dizer sobre o assunto. Então recebemos uma participação mais que especial do Borges, o Gato (nome dado em homenagem ao escritor argentino Jorge Luís Borges), contando como foi ganhar sua irmãzinha, a gata Christie (sacaram o trocadilho do nome?). O depoimento do Borges, além de divertido, é lindo. Dá uma lida e diz se você concorda com a gente!

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Sophie: de bebê desprotegida a dona da casa

Sempre que fico vendo fotos antigas da Sophie, de quando a adotei e ela era apenas um bebezinho medroso e desprotegido, faço a mãe babona e fico com os olhos marejados. Quando trouxe a Sophie pra casa, ela era tão frágil e assustada, tão pequequenininha e desprotegida… Tremia, tinha medo de tudo… Era insegura.

Agora olho pra minha filha livre, segura, confiante. Dona da casa! Dá tanto orgulho vê-la assim… ver como cresceu, como se desenvolveu. E saber que fui parte disso me dá uma alegria enorme.

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