A história do cachorro Magpie, das ruas ao amor de uma família

Magpie é um cão de sorte: apesar de ter passado parte da sua vida nas ruas, sozinho e perdido, acaba sendo resgatado e enfim, adotado por uma família que lhe dá todo amor e carinho que ele sempre precisou.

Assistam aqui a história deste cão, que pode ter se perdido, ter sido abandonado, ou que simplesmente nasceu nas ruas. Desde à dura vida nas ruas até ser adotado por uma nova família. Tudo do ponto de vista do próprio cão!

Se você concorda que todo cão e gato de rua merece uma família, e que nenhum animal deveria ter que passar por esta situação de abandono, pratique e divulgue:

  • ADOÇÃO, porque Amigo não se compra;
  • CASTRAÇÃO, porque Amigo não se vende, e
  • IDENTIFICAÇÃO, porque Amigo não se perde.

O vídeo é uma campanha do grupo Law of the Paw para sensibilizar esta importante mensagem de adotar, castrar e identificar. São as 3 medidas que todos podemos fazer e incentivar, para diminuir a situação caótica destes bichinhos, que não tem culpa de terem sido abandonados e mal tratados pelas pessoas.

Foi legendado pela ONG de proteção animal ObaFloripa

Fonte: ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Theo e Simba, irmãos de verdade

Sempre fui apaixonada pelos animais e sempre os tive presente em minha vida, graças a DEUS. Há mais ou menos 3 anos atrás minha sogra ganhou um Rhodesian de uma amiga criadora, o Simba. Ela o levou para a casa de Friburgo, já que lá tem muito espaço e a raça é grande… só que por conta do trabalho dela, não podia dar muita atenção a ele.

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Caco e a alegria de mudar de ideia

É incrível, mas quando tem que ser, as coisas acontecem de qualquer forma.

Há alguns anos atrás, me prometi nunca mais ter nenhum bichinho, pois sofri demais quando os meus dois cães (um casal de 9 e 12 anos) morreram. Ficamos eu e minha família, arrasados e incorformados, apesar de que sabíamos que um dia eles partiriam.

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Venon e suas férias no Nordeste

Venon é um cachorro muito especial e nos encontramos no momento certo. Faziam 7 meses que eu e meu esposo João tínhamos perdido nossa Weimaraner de 13 anos e estávamos sentindo um vazio enorme em casa, amigos solidários sempre querendo nos dar um filhote mas decidimos q só pegaríamos um caso achássemos um abandonado.

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Frumelo: da mamadeira à geladeira

Peguei o Frumelo com 35 dias do nascimento. Filhote dos cães de um amigo de faculdade, ele foi rejeitado pela própria mãe que não mais
lhe queria dar de mamar. Sabendo da estória, fui dar uma olhada na ninhada e acabei ficando com ele, o que coincidiu com o meu aniversário. Eu e minhas irmãs tínhamos que esquentar água para fazer papinha de desmame que a pediatr…, digo, veterinária indicou.

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Minie e Totó, os irmãos de leite

Na época eu era bem nova (tinha uns 7 anos), por isso tive que perguntar para minha mãe como a Minie (gata) chegou ate nós. Me recordo de te-la visto pela primeira vez em cima do muro da nossa casa, perguntando a minha mãe ela confirmou, disse tambem que junto com a Minie, tinha outro gato, mas esse era arisco, nao deixava ninguem chegar perto e logo foi embora.

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