Depoimento: “Ela correu para o meio da rua brincando com um outro cachorrinho”

“Ela é a minha cadelinha querida. Está para nascer um animal com o olhar mais doce que o dessa cachorrinha. Infelizmente, há mais ou menos um ano atrás, quando passeávamos por Garopaba, ela correu para o meio da rua brincando com um outro cachorrinho, foi atropelada e sofreu lesão na coluna. Corri para o veterinário e fiz todos os procedimentos possíveis, inclusive mantive ela internada por 3 meses numa clínica em Floripa, fazendo acupuntura, fisioterapia e vários outros tratamentos para ver se ela voltaria a andar. Infelizmente a lesão foi muito forte e ela perdeu os movimentos das patas traseiras.

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Fanny: 17 maravilhosos e perfeitos anos

Há 17 anos atrás Deus me deu o melhor presente do mundo, a Fanny, uma cadelinha linda. Foi resgatada das ruas por uma tia do meu pai, estava em uma estrada de chão no portão de uma granja onde um caseiro disse que um vira-latas havia cruzado com a cadela pastor alemão – e o dono da granja mandou jogar os filhotes na rua. A tia do meu pai então trouxe ela para casa e me perguntou se queria ficar com ela. Eu disse que sim, pois ela pulou no meu colo como se pedisse “não me largue nunca mais”, mas meu pai nao deixou de jeito nenhum…

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Castrar para não multiplicar

Eu bem sei que castração é uma cirurgia e, como toda cirurgia, implica custos, temores, dores e toda uma complicação que nos faz pensar duas vezes antes de tomar a decisão de sim, castrarmos nossos animais. Mas muito do que pensamos é mito, ideias antigas que vem sendo passadas há muito tempo. E muita coisa mudou.

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Sophie: de bebê desprotegida a dona da casa

Sempre que fico vendo fotos antigas da Sophie, de quando a adotei e ela era apenas um bebezinho medroso e desprotegido, faço a mãe babona e fico com os olhos marejados. Quando trouxe a Sophie pra casa, ela era tão frágil e assustada, tão pequequenininha e desprotegida… Tremia, tinha medo de tudo… Era insegura.

Agora olho pra minha filha livre, segura, confiante. Dona da casa! Dá tanto orgulho vê-la assim… ver como cresceu, como se desenvolveu. E saber que fui parte disso me dá uma alegria enorme.

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Kiara: o antes e depois de uma adoção faz toda a diferença

Eu sou uma SRD bem parecida com poodle e hj estou com 8 anos e vim te contar a vida de cães sem um lar, esperando para serem adotados.Eu estive por mais de 5 anos vivendo num cão-orfanato e lá haviam centenas de amigos como eu ansiosos por carinho, comida, cuidados e muito amor por parte dos humanos.

Lá no abrigo são muitos de nós que chegam resgatados das ruas machucados e mal tratados pelo abandono e indiferença, mas eu sabia que algo bom poderia mudaria a minha vida. Eu tive lá no abrigo um teto para dormir, ração, vacina , mas ainda faltava aquele toque especial de uma família só minha.

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Sorriso e um motivo pra ser feliz

Sorriso é a primeira cadela adotada por nossa família. Ela vivia no estacionamento da Igreja que fica perto da nossa casa. Uma noite, quando eu estava chegando do trabalho,ela me acompanhou até o portão. Ofereci comida e água e a convidei para entrar, mas nada dela aceitar. Por fim, meu marido pegou ela nos braços e colocou ela dentro de casa. Ela tem uma doença mandíbula inferior, que é mais para fora, por isso, parece que ela está sempre sorrindo e dai demos o nome de Sorriso. Essa foto é a primeira dela conosco.

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Ruth: tudo começou com um olhar

No final de 2011 resolvi criar um projeto de conclusão de curso sobre Guarda Responsável. Estudando sobre o tema eu me dei conta que não há uma raça melhor que a outra, um bichinho de estimação vai te amar independente de sua cor de pele ou classe social. Então deveríamos fazer o mesmo por eles, não é? Foi então que decidir adotar um cachorrinho.

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Paçoca: orelhões e carinha de ratazana

“Essa é a Paçoca, o mais novo membro da minha família. Me apaixonei por esses orelhões e essa carinha de ratazana assim que vi sua foto, e percebi que não haveria vira-latinha melhor para ser batizada de Paçoca (nome que escolhi muito antes de adotá-la)! Hoje posso dizer que um lar sem um peludinho é apenas uma casa :)”

Ana Leticia Angrisano

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Meg: uma carinha de “pelo amor de Deus me ajuda”

“Esta é a Meg, e está passando seu segundo Natal conosco. Ela apareceu na porta de casa em 01/05/2010 com uma carinha de “pelo amor de Deus me ajuda” e foi o que fizemos, resgatamos a Meg da rua, estava tão debilitada que demorou uns 3 meses para latir em casa…. tem aproximadamente 2 anos e meio, é muito meiga e carinhosa e adora fazer uma bagunça.”

Claudio Penna

 

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